Como funciona?


Como funciona?
Ao entrar em contato com o combustível, o PINOX (BE-FUELSAVER) reorganiza as estruturas microatômicas e a energia intermolecular dos grupos de hidrocarbonetos, principal componente dos combustíveis líquidos, aumentando o nível de energia.

A mistura de combustível bioenergizado + Ar, resulta numa combustão mais completa, fornecendo mais potência ao motor, maior economia de combustível e redução na quantidade de HC, monóxido de carbono (CO) e óxidos de nitrogênio (NOx) presentes na exaustão. Como resultado, os gases da combustão contém menos conexões de carbono e mais oxigênio (O2). Em consequência os resíduos de carbono nas câmaras de combustão serão dissolvidos, limpando o motor e auxiliando na conservação dos seus componentes.

A utilização do PINOX (BE-FUELSAVER) não implica em nenhuma alteração no funcionamento hidráulico, elétrico, eletrônico ou mecânico do veículo.

É um produto de fácil instalação.
Tem uma tecnologia exclusiva.
Comprovamos o resultado.

 

O otimizador automotivo PINOX possui uma frequência bioenergética, que leva à formação de plasma na câmara de combustão. Significa que o combustível é pré-tratado, para que seja dividido em cadeias de gás ionizado de baixo peso molecular, que resulta em condições ideais para otimizar a combustão, reduzindo a formação de gases tóxicos e fuligem. Combustíveis como a gasolina e o diesel são hidrocarbonetos, que não só têm uma estrutura C-H, mas também C-C. Na estrutura C-C nenhuma molécula de oxigênio pode anexar-se e, por isso, estas estruturas são encontradas no gás de exaustão como fuligem (carbono). O PINOX divide as estruturas C-C no combustível e os dois C, agora, também podem formar estruturas com o oxigênio (O2). Estas estruturas adicionais com o oxigênio aumentam a eficiência de combustão do motor, devido à maior proporção de gás na câmara de combustão. Ao dirigir numa velocidade constante, sob condições idênticas ou em um ciclo constante, a utilização do PINOX diminui o consumo de combustível. A presença de CO2 no gás do escapamento não é alterada, porque o volume de gás sem o PINOX e com o PINOX é o mesmo na câmara de combustão, entretanto na mesma medida que o veículo economiza combustível, ele produzirá menos gás CO2. Devido ao aumento da
quantidade de oxigênio (O2) na combustão, o teor de monóxido de carbono (CO) será reduzido, e esta redução dos gases tóxicos no escapamento pode ser constatada por instrumentos de medição.

 

 

 

 

 

Para entender ainda melhor a funcionalidade do Pinox (BE-Fuelsaver) e por que o Pinox funciona, é necessario entender o Campo do Ponto Zero:

Tudo está em radiação  -  Campo de Ponto Zero
Se você olhar para as estruturas menores, perceberá que tudo está em radiação.
"Energia obscura"? Energia do espaço? Radiação quântica?
Isso é calorosamente debatido na ciência. Gradualmente, a física moderna também percebe que essa forma de energia invisível deve estar presente, para explicar os fenômenos da física de partículas.
A Física de partículas é um ramo da Física que estuda os constituintes elementares da matéria e da radiação, e a interação entre eles e suas aplicações. É também chamada de física de altas energias, porque muitas partículas elementares só podem ser criadas a energias elevadas, logo a detecção destas também é possível apenas a altas energias de aceleração. O elétron e o próton foram as únicas partículas aceleradas até os dias de hoje, outras nunca foram detectadas (como o gráviton) e as restantes foram detectadas através da radiação cósmica (como o méson pi e o méson mu).
A física de partículas, estudada pela mecânica quântica (parte da Física Moderna), busca o fundamental, o nível mais básico da matéria e da Natureza. Todo o nosso mundo visível se fundamenta nesse nível invisível das partículas elementares. Podemos chamar de partículas elementares toda a porção indivisível da matéria, como os elétrons, os fótons, os quarks e outras.
Mais disputado é o uso dessa energia. Mas já em 1948, Hendrick Casimir previu que, se você colocasse duas placas condutoras paralelas no vácuo, uma força atuaria, comprimindo juntas ambas as placas. 1956 foi a confirmação experimental por Boris Derjaguin. Assim, é sabido na física escolar por meio século que a energia pode ser extraída de uma força desconhecida. A energia começa a fluir quando há diferença, uma assimetria.
Por exemplo, o calor flui na direção do frio: se o metal é aquecido em um ponto, o calor se espalha por todo o pedaço de metal com o tempo, até que a mesma temperatura seja atingida.
Outro exemplo é a água, fazendo um "buraco" na água, cria uma diferença de potencial. Isso é compensado imediatamente. A energia liberada pode ser usada com uma turbina. A natureza sempre cria um equilíbrio. Considerando que o diesel tem cerca de 40 MJ por litro de valor calorífico, energia precisa ser colocada nele, para economizar cerca de 2-4 MJ. As densidades de energia dentro de prédios são significativamente mais baixas do que ao ar livre, o que resulta numa redução do acoplamento de energia dentro dos prédios.


Placas condutoras paralelas no vácuo de Hendrick Casimir

 

 

Breve história
Os gregos antigos formularam dois conceitos sobre Física de Partículas. O primeiro foi formulado por Tales de Mileto e diz respeito à eletricidade. O segundo foi formulado por Demócrito e diz que toda matéria pode ser dividida até chegar em um ponto que se encontraria a parte mais fundamental e indivisível da matéria a que Demócrito deu o nome de átomo. Ele dizia que o átomo não poderia ser criado ou destruído e que toda a matéria conhecida seria formada por diversas combinações de diferentes átomos. Suas ideias se aproximavam muito dos atuais conceitos de física atômica.
As ideias de Demócrito só voltaram a ser revistas no século XIX, por Dalton. As de Tales de Mileto foram revistas a partir do século XV.
Principais partículas e antipartículas conhecidas: Elétron, pósitron, próton, antipróton, nêutron, antinêutron, neutrino, antineutrino, Mésons (pi+, pi0, pi-, mu+, mu-, k+, k-, k0), hiperons (lambda 0, sigma +, sigma 0, sigma -) e fótons.

 

Partículas subatômicas
A pesquisa moderna da física da partícula é focalizada nas partículas subatômicas, que têm dimensões menores que as dos átomos. Incluem constituintes atômicos tais como elétrons (no modelo padrão ele é um lépton, junto com o muon, o tau e os respectivos neutrinos.), prótons, e nêutrons (os prótons e os nêutrons são partículas compostas, feita de quarks), partículas produzidas por processos radiativos e de espalhamento tais como fótons, neutrinos, e múons, bem como uma larga escala de partículas exóticas.

Elétron: Partícula mais conhecida e mais estudada, pertence a categoria de Léptons. Massa de repouso: 9,1083 x 10−31 kg, carga elétrica: − 1,602 x 10−19 C, Spin: 1/2 ħ
Pósitron: Já era previsto por Paul Dirac e sua existência foi confirmada em 1930-1940 pelo físico americano Anderson. É a antipartícula do elétron, possui massa de repouso e spin iguais aos do elétron. Carga elétrica de mesmo módulo e sinal contrário.
Próton: É um núcleon partícula que se localiza no núcleo. Também pode ser classificada como um Bárion (tipo de partícula formada por 3 Quarks ligados por Glúons) e possui massa 1836,12 vezes a massa do elétron. Mesmo spin e carga de sinal contrário.
Antipróton: Descoberto em 1955. Já se suspeitava que existissem outras antipartículas desde a descoberta do pósitron. Possui mesma massa e spin que o próton, mas carga de sinal oposto (sinal negativo).
Nêutron: Como o próton, é um nucleon e também é classificado como Bárion. Possui carga nula, massa 1836,65 vezes a massa do elétron e spin 1/2 ħ. Pode se desintegrar dando origem a um próton, um elétron e um neutrino apenas quando está livre (fora do núcleo).
Antinêutron: Possui exatamente as mesmas características do nêutron, mas organização interna diferente. Um nêutron é composto de um quark up e dois quarks down. Logo, imagina-se que o antinêutron seja formado por um antiquark up e dois antiquarks down.
Fótons: É a partícula de mediação da força eletromagnética, classificada como Bóson, são chamados de quantum do campo eletromagnético. Possui massa e carga elétrica zero e spin 1 ħ.
Grávitons: Teoricamente é a partícula mediadora da força Gravitacional, também sendo classificada como um Bóson, analogamente ao fóton, o gráviton é o quantum do campo gravitacional. Não se tem muita informação experimental sobre ele. Só existe com velocidades próximas ou iguais a c (velocidade da luz no vácuo).
Mésons: São uma classe de Hádrons quer dizer, massa média. São partículas que possuem massa entre a do elétron e a do próton. Existem oito tipos de mésons: - Mésons pi +, - e 0, méson mu +, - , méson k+, - e 0.
Partículas de massa maior que a do próton. Pode ser dividido em seis tipos:
- Hiperons lambda 0, hiperon sigma +, -, 0 , hiperon csi+, 0
Neutrinos: O neutrino surge da desintegração de um nêutron em próton e elétron. Possui massa menor que 0,000005 vezes a massa do elétron e até agora foram descobertos quatro tipos de neutrinos diferentes.
Glúon: é um bóson vetorial de massa nula. Há oito tipos de glúon. São partículas que intermediam a interação forte (assim como o fóton intermedia a interação eletromagnética).
Tau: é uma partícula subatômica da família dos léptons, sendo que ele é muito parecido com o elétron, ele pode ser genericamente chamado de elétron super-pesado. Sua anti-partícula é o anti-tau. Como no caso do elétron e do múon, o tau tem um neutrino associado, este é o neutrino de tau, seu tempo de vida é de cerca 2,9 × 1013.
Múon: é uma partícula elementar semi-estável com carga elétrica negativa e spin de 1/2 (férmion). Em conjunto com o elétron, o tau e seus respectivos neutrinos, é classificado como fazendo parte da família dos léptons.

 

 

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